22/11/2006 A Internet me deixou burro, muito burro demais
Os avanços tecnológicos trouxeram uma série de novidades que facilitaram sua vida. Mas ao mesmo tempo em que elas poupam trabalho podem fazer você usar menos o seu cérebro, em outras palavras, emburrecer. Quer saber mais? Leia AQUI e comente.
21/11/2006 Passaporte do futuro com velhos problemas
O Mito Sabe quando você liga em um daqueles tele-atendimentos ou questiona alguém sobre um problema na sua conta e o atendente responde: “mas segundo o computador”. Pronto, nesse instante você sabe que perdeu. Afinal, contra o computador não há argumentos. Você já deve ter vivido isso e sabe o quanto pode ser perturbador o mito de que a “tecnologia nunca falha”, exceção, claro, aqueles textos que você escreve no Word e somem quando aparece uma mensagem que faz você imaginar que apertou o botão da bomba atômica que destruirá o mundo. É o “erro fatal número 01ZYZblablabla”.
A Piada Agora o mundo inteiro está implantando passaportes com chips que carregam dados biométricos do dono do documento. Os governos dizem que os novos passaportes são ultra-seguros e podem impedir a ação de terroristas e fraudadores. No Brasil o projeto é implantar a tecnologia RFID gradualmente nos passaportes. O jornal The Guardian fez uma chamada hilária para sua reportagem sobre o novo passaporte que está sendo implantado na Inglaterra: “Os novos passaportes biométricos de alta-tecnologia são protegidos por alto nível de tecnologia militar de encriptação. Nós invadimos ele em apenas 48 horas”. Veja a reportagem AQUI Com a ajuda de um hacker Steve Boggan mostra que os passaportes que usam a tecnologia (RFID) Radio Frequency Identification, que permitem acessar o chip a curtas distâncias usando ondas de rádio, estão longe de ser seguros. A dupla precisou de um laptop e um transmissor montado com peças facilmente encontráveis.
E nós No final, a tecnologia que deveria acabar dificultando fraudes pode acabar facilitando-as. Pode-se fraudar um passaporte com todos os dados mas fraudar a digital, por exemplo. A revista Wired (leia AQUI) já havia chamado a atenção para o fato de que chips (RFID) não são seguros como se costuma pensar. A revista chama a atenção para o fato de que nos Estados Unido já há quem tenha implantado o chip RFID para carregar dados como o prontuário médico. Para passaportes já inventaram uma carteira que impede a emissão de ondas de rádio, o que torna o passaporte mais seguro, aos humanos com chip, por hora, resta torcer para não trombar com um hacker.
Robert Altman, diretor de clássicos como O Jogador e M.A.S.H, morreu em um hospital de Los Angeles aos 81 anos, na noite dessa segunda-feira, 20. A informação foi divulgada por sua produtora, a Sandcastle 5 Productions, apenas nesta terça e as causas da morte não foram divulgadas.
Na entrega do Oscar deste ano, o diretor, que recebeu uma estatueta pela primeira vez em sua carreira, revelou ter feito um transplante de coração há dez anos. Seu mais recente trabalho, em cartaz no Brasil, é A última noite, com Meryl Streep e Lindsay Lohan
Além dos sucessos cinematográficos, Altman sempre defendeu a contracultura e chegou a prometer que abandonaria os Estados Unidos caso George W. Bush fosse reeleito. O diretor não cumpriu a promessa, mas sua obra esteve, nos últimos anos de sua carreira, cada vez mais vinculada à Europa.
O comediante Michael Richards, o Kramer do seriado Seinfeld foi ao programa de David Letterman pedir desculpas pelas ofensas raciais na sexta-feira (nota abaixo). “Perdi a cabeça no palco. Estava no clube tentando fazer meu espetáculo, fui atrapalhado, levei a mal e fiquei com raiva. Para mim, estar num clube de comédia, pirar e dizer essa bobagem... lamento muitíssimo.” Agiu bem pedindo desculpas, mas demorou para fazê-lo. Em um assunto grave como esse o assunto é esse três dias é uma eternidade. E como todo comediante sabe, o segredo é o timing. Veja o vídeo de Richards no programa do Letterman.
Em vista da polêmica causada pelas fotos do artista Rodrigo Braga aqui no É-blog (nota abaixo com galeria de fotos), é importante explicar alguns pontos como, por exemplo, que animais não são maltratados para a criação das obras e nem só de animais é feita a obra dele. Essa foto da série "Para Quem me Faz Bem" acima aborda outra temática. Eder Chiodetto, curador da mostra no Itaú Cultural, escreveu um texto especialmente para o blog onde esclarece algumas questões na obra de Braga. Postei o texto na íntegra, abaixo. Depois comente, afinal, arte que não gera debate não tem graça.
(Guilherme Ravache)
Projeto Portfólio - Rodrigo Braga
A mostra de fotografias do artista Rodrigo Braga, em exibição no Instituto Itaú Cultural, sob curadoria de Eder Chiodetto, é composta por séries nas quais o fotógrafo se auto representa com animais, vegetais e minerais. Filho de biólogos, a relação do artista com esses elementos se deu, desde cedo, de forma natural. Os animais que o artista elege para retratar são aqueles comumente utilizados na alimentação das pessoas. Obtidos nos locais onde suas carnes são comercializadas ou em abatedouros, o fotógrafo cria desta forma uma tensão entre o homem e sua racionalidade em contraponto com a atitude meramente instintiva dos animais. Uma forma de questionar alguns valores sociais, como a competitividade e a agressividade embutida nas relações pessoais, representadas de forma poética nesta mostra, pelas máscaras inusitadas que o artista cria fundindo-se com diversos elementos. Ao final do processo o artista se transforma num híbrido, meio homem, meio bicho. Os animais abatidos para o consumo humano de certa forma renascem na obra de Rodrigo Braga ao terem suas vidas prolongadas simbolicamente na imagem. A utilização dos animais, assim como de elementos como a água, a terra e a vegetação atentam para a percepção da vida e seus ciclos de morte e renascimento. Segundo o próprio artista: "mais do que estar preocupado se o que faço é arte ou que reverberação as imagens causarão no público, foco meu trabalho na experiência de cada ação como uma forma de auto-conhecimento baseada em processos psicológicos que vivo e me modificam". Em suma, a obra de Braga surge como a materialização de questionamentos e dramas pessoais para, em seguida, se estabelecer como uma ponte para a investigação sobre os desígnios do homem contemporâneo, seus medos, seus desejos, suas máscaras sociais.
De nada adiantou a James Bond sua licença para matar, nesse final de semana de estréia nos EUA o verdadeiro matador das bilheterias foi um simpático pingüim. Happy Feet: o Pingüim, estreou com US$ 42.3 milhões de bilheteria, contra US$ 40.6 milhões de Cassino Royale. Ambos fizeram boas estréias, mas o resultado surpreendente é fácil de entender. Happy Feet é sensacional. Há anos não me divertia tanto assistindo a um filme - e não sou fã de musicais. Bond ainda não vi, mas a crítica aprovou. A explicação é que enquanto o agente secreto apela para um certo tipo de público, o pingüim sapateador e sua turma atrai a todos os públicos. Happy Feet estréia nessa semana no Brasil, Casino Royale chega em dezembro.
É curioso que justo no dia da consciência negra no Brasil apareça essa notícia. O ator Michael Richards, interprete do personagem Kramer, da série Seinfeld, foi flagrado em um explosão de fúria e se revelou não só um comediante ruim - ao não aceitar uma provocação do público - mas um tremendo idiota. Durante a apresentação no clube Laugh Factory, em Hollywood, ao ser interrompido por dois espectadores o humorista teve uma reação de fúria e começou uma sucessão de agressões racistas xingando os dois homens que o chamaram de sem-graça de “niger” - expressão pejorativa para negros nos EUA. Esse tipo de atitude é deplorável de qualquer forma, mas vindo de um ator que fazia um personagem tão divertido como Kramer é difícil de acreditar. Mas tudo foi filmado. Se duvidar comprove vendo o vídeo abaixo. Dê sua opinião.
17/11/2006 Abaixo, as melhores e mais polêmicas cenas de Borat. E mais, clique AQUI e leia reportagem sobre o comediante Sacha Baron Cohen, criador do repórter do Cazaquistão protagonista do filme Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan, que será lançado em fevereiro no Brasil com o título de Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América. O humor de Sacha Baron Cohen passa dos limites? Comente.
Borat aprende a ter encontros amorosos
Borat visita o sul dos Estados Unidos e espinafra Barbara Bush
Trailer em inglês de Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América
Trailer do filme dublado em espanhol
Trailer das melhores cenas de Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América
16/11/2006 Anorexia nervosa O caso da modelo Ana Carolina Reston Macan, morta em consequência da anorexia aos 21 anos, volta a chamar a atenção da sociedade para o problema. Recentemente ÉPOCA publicou reportagem capa dedicada ao tema da obsessão feminina pela magreza (foto). Releia a matéria e deixe abaixo os seus comentários sobre o assunto.
14/11/2006 O poder das massas (ou passe mais tempo no YouTube)
Escritório dentro do jogo Second Life
Sites como YouTube, MySpace e Wikipédia já comprovaram o poder das massas. Agora quem está usando a força da multidão são as companhias americanas. A empresa Rite-Solutions, por exemplo, que desenvolve tecnologia militar, criou uma espécie de bolsa de valores para novas idéias imaginadas por funcionários. Cada empregado recebe uma certa quantia de um dinheiro fictício e pode investir nas idéias que achar mais interessantes. Como na bolsa, quanto mais dinheiro é investido em uma idéia, maior é o preço das ações e quem investiu na ação certa ganha mais. As melhores idéias são recompensadas com dinheiro real e são desenvolvidas. Um dos projetos que vingaram da Rite-Solutions foi usar algoritmos de um software militar para criar um brinquedo infantil. Gastaram US$ 20 mil e faturaram US$ 1 milhão ao vendê-lo para a fabricante de brinquedos Hasbro. A história foi publicada essa semana pela Newsweek (leia aqui). A reportagem diz ainda que mundos virtuais como o do jogo Second Life serão cada vez mais usados no ambiente corporativo. Conceitos de redes sociais como os usados pelo MySpace e YouTube também estão em alta. Quem diria que todo aquele tempo de videogame e YouTube poderia ser precioso para seu futuro profissional? O que você acha videogames são o futuro? Comente.
O manauara Rodrigo Braga apresenta uma série de 25 auto-retratos inéditos no projeto Portfólio, no Itaú Cultural, em São Paulo, a partir da próxima semana. As fotos mostram o artista “interagindo” com elementos da natureza. Minerais, vegetais e animais compõe imagens com o corpo de Braga. Na exposição há, por exemplo, o fotógrafo nu abraçado a um bode recém abatido. "O animal ainda estava quente", disse Braga. O resultado é interessante. A curadoria é de Eder Chiodetto. As fotos de Braga tem provocado polêmica no mundo real e no É-Blog, qual sua opinião? Comente.Clique AQUI e confira dez fotos que fazem parte da exposição.
Portfólio - Rodrigo Braga 18 de novembro a 21 de janeiro. De terça a sexta, das 10h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h. Piso Térreo, Itaú Cultural. Avenida Paulista, 149 - estação Brigadeiro do metrô. Tel. (11) 2168-1776 e (11) 2168-1777 www.itaucultural.org.br
Sabe aquela bota da Britney Spears que você simplesmente a-mou? E que tal o casaco da Jennifer Lopez que é tu-do? E sua vida não será a mesma se você não tiver a sunga do Borat? Seus problemas acabaram. Um novo site chamado Like.com é a solução. Segundo seus fundadores, esse que é o primeiro site de buscas visuais que permite ao internauta procurar imagens usando outras imagens. Graças a um novo sistema de identificação de imagens não é necessário digitar nenhuma referência textual. Quem quiser poderá ainda baixar suas próprias imagens para o site. O Like.com diz que tem 2 milhões de lançamentos e está adicionando 30 mil produtos diferentes por dia. Como cantou Rod Stewart, “toda foto tem uma história”. Agora mais do que nunca.
Notícia triste do dia, Borat foi fazer piada com um homem na rua. "Eu gosto de suas roupas. São bacanas! Posso comprá-las? Eu quero fazer sexo com elas". O cidadão indignado começou a bater em Borat no meio da rua.
Boa nova
E mais, o número de turistas interessados em conhecer o Cazaquistão aumentou desde a estréia de "Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan". Nos Estados Unidos nessa semana já nasceu até uma agência de turismo especializada em Cazaquistão.
Upgrade da carroça
Hey, Hey, Rey, Borat é nosso rei.... Mas não fique tristonho, para alegrar o dia selecionei um divertido vídeo de Borat. Nele o intrépido repórter cazaque (sim, quem nasce no Cazaquistão é cazaque) mostra que mesmo a carroça que está na sua garagem pode ser um tesouro a ser descoberto.
O Passado Os jornais nos Estados Unidos sofreram uma queda de 2.8% nos últimos seis meses. Em 2004 Philip Meyer, autor de The Vanishing Newspaper (O jornal desaparecendo) fez as contas levando em conta a queda de circulação. Caso o ritmo fosse mantido os jornais desapareceriam em 2043. No livro o autor não defende o desaparecimento do jornal, diz que poucos jornais vão sobreviver graças a sua qualidade, sintonia com a comunidade (principalmente cobertura de notícias locais) e boas políticas de internet.
O Presente Segundo Allen Mutter, autor do blog newsousaur.blogspot.com boa parte da queda na circulação dos últimos anos não está associada à queda do número de leitores. “Uma parte significativa (da queda de circulação) resulta diretamente de uma estratégia industrial de longo termo e que por muito tempo foi adiada, de eliminar circulação ineficiente e promocional”, diz Mutter. Isso significa que jornais estão cortando assinaturas promocionais, exemplares distribuídos de graça em hotéis ou entregues em locais muito distantes. Por outro lado, o número de leitores de jornais na internet de fevereiro de 2005 a março de 2006 subiu 8%. O problema é que nenhum jornal descobriu como ganhar dinheiro com a internet. Os que cobram assinatura acabam afastando internautas que não vêem notícia como algo que deva ser pago na rede.
O futuro Apesar da crise dos grupos de mídia que perdem valor a cada pregão da bolsa, no dia 23 de outubro três fundos que investem em empresas de risco fizeram propostas de compra do Tribune Group, um conglomerado de mídia dono de jornais como o Los Angeles Times, Baltimore Sun e Chicago Tribune, além de retransmissoras de TV e do time de baseball Chicago Cubs – algo avaliado em US$ 8 bilhões. Além do Tribune, grupos no mundo inteiro vem sendo assediados por empresas de risco interessadas em comprar grupos de mídia. Se os jornais estão em decadência, por alguém está ávido por comprar jornais? Para a revista Economist fundos que investem em risco gostam de negócios que permitam um bom fluxo de caixa, o que empresas de comunicação costumam ter. Já os acionistas do grupo de mídia gostam de ver “profissionais do mercado” no comando. O problema é que os fundos podem estar super estimando o valor dos grupos de mídia. Bons tempos em que o destino dos jornais era certo: embrulhar peixe na feira. Qual será o futuro do jornal? Dê sua opinião.
O Google nasceu com um conceito simples: ser simples por mais avançado que seja sua tecnologia. Não importa que eles usem os algoritmos mais complexos do mundo para achar na internet o telefone da pizzaria que você procura, na sua tela fazer uma busca ou usar qualquer produto da empresa deve ser fácil. Como o site do Google anda cada vez mais cheio de links, a empresa está testando uma nova interface de busca. O SearchMash http://www.searchmash.com/ Os resultados das buscas são semelhantes ao do Google, mas a novidade impressiona pela simplicidade, claro.
09/11/2006 Descubra se o seu vizinho planta maconha No filme O Barato de Grace uma senhora se vê em apuros financeiros depois que seu marido se suicida. Usando suas habilidades de jardinagem a velhinha encontra uma rentável solução: plantar maconha em sua casa. O filme é divertido é até causou alguma polêmica na época. Curiosamente é na Inglaterra, mesmo país em que o filme foi produzido, que a polícia anda alarmada com a quantidade de plantações caseiras de maconha. Segundo as autoridades centenas de ingleses estariam usando casas comuns para plantar uma variação conhecida como Skunk (gambá), que tem altos níveis de THC (a substância que causa barato). A fim de combater o problema o jornal inglês Guardian publicou “dicas” de como identificar um vizinho que plante a erva. Os comentários ficam por nossa conta.
A casa do seu vizinho tem um cheiro acre? Isso é um indício, mas atenção, há muitos cheiros acres. Seu vizinho pode ser um mero fabricante de queijos. A polícia diz que o cheiro também é semelhante ao sentido em lavanderias de secagem-rápida.
Seus vizinhos só aparecem durante a noite e saem carregando caixas? É suspeito, mas existe a possibilidade de serem vampiros.
As janelas da casa ao lado ficam fechadas o tempo todo e revelam um brilho constante de luz artificial? (Skunk pode ser cultivado com luz artificial). Mas cuidado, seus vizinhos podem ser meros cineastas em começo de carreira fazendo um daqueles filmes experimentais onde tudo acontece em um único cenário.
A dica infalível é pedir açúcar ao seu vizinho. Se não conseguir entrar na primeira, volte levando um bolo de presente e se convide para entrar. Observe se há muitas plantas na casa (certifique-se de saber como é uma samambaia). Equipamentos de jardinagem em excesso também podem ser um indício. Como teste final você pode pedir para comprar, mas nesse caso você corre o risco de acabar na delegacia. (Guilherme Ravache)
Yankovic dando pinta de Michael Jjackson na capa de seu CD
Como em matéria de outsiders somos imbatíveis (comprove abaixo vendo as notas de Borat e Tarkus), vamos a mais uma divertida aberração pop. “Weird Al” Yankovic é um cantor e comediante americano que faz paródias músicais de Michael Jackson a Nirvana. No You Tube o cantor faz sucesso com clipes como “Like a Surgeon”, paródia de "Like a Virgin", de Madonna e “White and Nerdy”, baseada na música “Ridin”, do rapper Chamillionaire. O novo disco de Yankovic, “Straight outta Lynwood” levou o humorista a ficar entre as dez mais da parada Billboard Hot 100. Yankovic tem mais de 20 anos de carreira, mas andava esquecido desde a década de 80. Ressurgiu com o YouTube. No MySpace ele já tem 150 mil amigos. Clique no play da imagem abaixo para ver o clipe de Like a Surgeon no YouTube.
Quem usa o programa Skype para fazer ligações telefônicas por meio do computador sabe o quanto essa tecnologia pode ser conveniente e barata. E nessa semana o Skype anunciou mais uma novidade, a próxima versão do programa permitirá que internautas postem links em um blog ou web site para manter conversas em salas de bate-papo públicas. Será como uma de bar, aberta onde todos podem ouvir e falar, mas para não virar pagode uma ou mais pessoas poderão ser os moderadores do bate-papo. Lembra dos tempos em que se dizia que os computadores iriam criar pessoas cada vez mais solitárias e isoladas? Perdoem, afinal, naquele tempo também diziam que o pogobol era “tudo!”. Não é do tempo do pogobol? Clique aqui, entenda e saia pulando de felicidade.
07/11/2006 A reinvenção da comédia Se você ainda não ouviu falar do repórter Borat, esteja preparado, pois será questão de tempo até que o personagem criado pelo humorista Sacha Baron Cohen seja reverenciado também no Brasil. Quem der uma busca por Borat no YouTube.com encontrará várias cenas deletadas do filme Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan. O filme estreou nesse final de semana em primeiro lugar nas bilheterias americanas. Borat é um repórter do Cazaquistão que viaja para os Estados Unidos para filmar um documentário sobre o cotidiano dos americanos para o bem dos distantes moradores de sua nação na Ásia Central. Ao menos isso é o que os entrevistados pensam. Tudo não passa de encenação, Borat é um personagem interpretado pelo humorista inglês Sacha Baron Cohen. Em sua viagem Borat entrevista financistas de Wall Street, políticos, líderes religiosos, tradicionais damas do sul, cowboys e Pamela Anderson entre outros. Borat faz perguntas e comentários homofóbicos, sexistas e anti-semitas. O personagem é uma espécie de Michael Moore potencializado pelo nonsense. Borat solta uma galinha em um vagão lotado do metrô de Nova York, leva uma prostituta para um jantar de sulistas conservadoras e pergunta em uma loja de armamento se determinada arma é boa para matar judeus – o vendedor responde que “sim, é boa para matar judeus”. Detalhe: Sacha Baron Cohen é judeu. As imagens do filme são toscas como o inglês de Borat que filmou tudo com uma equipe reduzida de pouco mais de 20 pessoas, um absurdo de barato para os padrões de Hollywood. O governo do Cazaquistão não gostou da piada e inclusive pagou um anúncio de quatro páginas no jornal New York Times a fim de “revelar a verdade sobre o Cazaquistão” – uma das informações é que eles tem a maior população de lobos no mundo (é sério!). A crítica americana tem definido o filme como a reinvenção da comédia. No Brasil, por enquanto, a maior piada com relação ao filme que estréia aqui em fevereiro é o título "Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América", muito distante do original. Piada sem graça. (Guilherme Ravache)
Repórter de ciência e tecnologia da Época, mas costuma escrever também sobre esporte, comportamento e pequenos animais fofos. Troca HD de notebook, não consegue ouvir todas as músicas que baixa e acredita que tv a cabo é coisa de velho (bom mesmo é torrent!). Até hoje nunca calibrou o estepe de seu carro, mas seu HD é desfragmentado duas vezes por semana.
Fabio Sabba
Editor de fotografia e sósia do Elvis Presley, Sr. Sabba (como gosta de ser chamado, mas ninguém liga) mexe com computadores desde a mais tenra idade. Tem saudades do Apple II e do N-Gage. Não consegue dormir enquanto não termina um jogo. Joga Tetris com os olhos fechados desde 1993. Quando não treina kung-fu cinco vezes por semana, pensa em mudar para o Canadá e virar lenhador. Odeia Star Trek e acredita que o Han atirou primeiro.